cheia de beijos e rosas,
este romance envolve-se de um caráter doentio - quase mórbido,
chorando a morte de sonhos e alegrias de uma longa espera.
Outrora ouvia-se fascinada uma doce melodia.
Duas pessoas de unem e imagina-se:
podem ser bons letristas.
Mas o que se ouve hoje é uma triste canção sem rimas.
A canção embala todas as noites de suas vidas.
A canção leva-os até o alegre passado.
Conforta-os nas noites de agonia.
Mas na saudade a mesma canção se perde
- eles pensam que falta um refrão.
Eles brigam falando alto, pois assim não ouvem sua música.
E se enganam porque não percebem o que cintila diante de seus olhos:
a canção ainda não foi concluída.
Quando seus olhares se encontram vem a certeza do amor que sentem
só que as crianças não sabe o que fazer.
Assim o tempo continua sua viagem através do infinito
e a paixão em suas almas chora a saudade dos bons momentos de sua história.
São Vicente, 16 de março de 2008.
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