Em meio ao caos,
na confusão da tormenta
eu te procuro.
Presa em círculos...
sempre em busca do mesmo
eu abro meus pulmões
e todo o ar é igual.
Teus olhos... teus, meus encantos...
- Onde se perderam de mim?
Seus lábios, doces lábios...
- Por que distantes dos meus?
Deixa eu te abraçar?
Permita-me dizer que quando eu te amo
sou puro e lascivo amor.
Deixa eu te contar o meu desejo?
Permita-me dizer que esse amor - nosso amor - me dilacera,
e quando o faz o sinto como a última chance.
Sobre todas as coisas presas em minha mente,
mais que todo o desejo...
... não quero estar lá quando você partir.
São Vicente, 11 de março de 2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário