Passei anos ouvindo dos amigos (e dos desconhecidos também) que deveria "publicar" o que escrevo. Sei que o que eles entendiam por "publicar" significava um livro. Confesso que na minha mente "publicar" implicava na mesma imagem das folhas impressas e da bela capa.
São 10 anos de poesia, contos e muitas coisas. Uma década de folhas virgens manchadas com os meus sentimentos e reflexões.
Todos os caminhos sofreram mudanças - nada escapou a sabedoria e a crueldade que só o tempo possui e usa com tamanha destreza. A face e as mãos que um dia escreveram o primeiro poema (ainda recordo como aquele instante singular transformou todo o meu modo de ser) nem de longe são as mesmas.
Estamos aqui, minha mente e minhas mãos, sem intenções grandiosas, sem pretensões megalomaníacas. Só estamos. Simples assim como é "estar".
O que se encontrará por aqui? A Aline, sem o Carvalho, que nunca aparece pra ninguém.
A Aline não é ninguém sem o "Carvalho"..pois o carvalho a faz forte assim com a árvore...e da mesma forma ela se sobressai entre todas as outras da floresta...
ResponderExcluirSeja bem vida à constelação de poetas e poetisas...e ilumine com seus poemas o nosso céu...e encha os nossos olhos com seu brilho...